Deja-vù

Era só o que faltava: minha falta de inspiração se aliou ao azar. Saí do banho, local onde eu tenho as melhores idéias do dia, já determinado a parar com essa enrolação de textos que virou o despojo. Tinha a idéia na cabeça, que se equilibrava bem entre o saudosismo e a fase atual. Pior: tinha até título! ("Às origens", diga-se de passagem).

A analogia era excelente, mas algo me dizia que eu já tinha escrito isso em algum lugar. Aí veio a apuração. Bastou digitar as palavras-chave no google e... bingo! Lá estava o texto, sensível e completo, como eu gostaria de escrever. Sem tirar nem por uma vírgula - ok, eu mudaria o final agora, mas enfim.

Aí pensei: se eu já escrevi, por que não reeditá-lo aqui? Pois então fique à vontade para lê-lo enquanto eu tiro um cochilo das letras...

Eu, cá com meus botões

2 comentários:

Fábio disse...

Ah, se é assim, também me permito repetir o comentário daquela ocasião:

"Rapaz, joguei botão sozinho (eu x eu mesmo) dos 8 aos 14 anos! Catorze!!! E tenho todos os campeonatos devidamente guardados aqui, registrados para a posteridade. Bons tempos... Mas não estamos sós: Chico Buarque também fazia torneios solitários de botão. Boa companhia, convenhamos."

Hehehehe, abraço!

Mariah disse...

e a vida seria tão mais simples se pudéssemos desenhar nossas cidades com giz de cera...

quando houvesse trânsito, apagaríamos alguns carros das ruas e pintaríamos todos os semáforos de verde.
desenharíamos mais árvores.
mudaríamos de lugar a casa daquele vizinho chato. e desenharíamos nosso visinhos a casa do nosso amor...quando mudasse de amor, era só apgar, e desenhar outro, ora bolas.
desenharia uma praia perto de casa.
um pé de mexerica, ameixa e jabuticaba (tudo junto no mesmo pé) bem na porta da minha casa.
no meu céu teria sempre azul e arco iris...o sol estaria sorrindo de óculos escuros.

ai que linda seria a cidade que eu desenharia no fundo do meu quintal.

mariah